sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Voltando pra 2008.

Agosto é um mês que, geralmente, me dá umas tristezas. Mas esse, já tá se tornando um bem memorável...

Vamos lá: no meu último post, falei que deixaria um pouco o mestrado de lado esse semestre pra me dedicar ao meu trabalho... Enfim, nem precisou eu ter que trancá-lo, a própria coordenação cancelou meu vínculo por eu ter reprovado em 2 das 3 disciplinas dele. Não sabia dessa regra, e muito menos fui avisado dela no início da pós e nem quando ocorreu o cancelamento de fato; apenas fiquei sabendo quando liguei pra coordenação para perguntar o porquê do vínculo estar cancelado. 

Bem, acho que a ficha está caindo aos poucos. Confesso estar meio desanimado e triste com a notícia. Mas é engraçado como as coisas acontecem de um modo meio mágico. Essa semana, voltando de ônibus pra casa depois de mais um dia no trabalho, me deparo com um garoto com uma camisa do Colégio Overdose, onde estava escrito a seguinte frase:

"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes."
(Albert Einstein)

Não fiquei surpreso por ser uma camisa relativamente "normal", sem ser uma daquelas que Carlos André faz uma propaganda bizonha com o que está na moda (UFC, X-Men, Tropa de Elite etc). Apenas fiquei olhando a frase nas costas do garoto e trazendo-a para mim, pensando nela e em como ela se aplica pro meu caso. É fato que nunca morri de amores pelo meu mestrado, e acho que isso era algo que não mudaria. Insanidade seria continuar nele, o qual eu não ia passar a gostar como que num passe de mágica. Nunca fui fã de probabilidade na época de escola, e não seria agora que isso mudaria. 

Enfim, aqui estou eu, de volta a 2008. Justamente o ano entre o fim do meu curso de Contábeis e o início do de Matemática, o ano que ingressei na carreira de servidor público. O ano que apenas trabalhei, que não estava estudando nada. Lembro que esse ano foi meio difícil, sei lá. É como dizem, "cabeça vazia, casa do diabo", foi algo que se aplicou bem pra mim. Não quero repetir meu erro de cinco anos atrás, de ter me acomodado com a situação, de não procurar me especializar em algo, de ir levando apenas o trabalho achando que tava com a vida boa. Apesar de estar ganhando mais e ter subido da categoria de funcionário público municipal pra federal, não posso cair no mesmo erro. É como falei antes, vou procurar cursos internos para fazer dentro da UFRN, oferecidos para servidores. 

Agora não tenho dúvidas sobre deixar a ideia do mestrado de lado por um momento. Vou tentar conseguir transferência para João Pessoa quando acabar meu estágio probatório da UFRN, dentro de um pouco mais de 2 anos. Lá tem o que quero, a área de estudo que quero. Não quero ficar com a mente parada de novo. Por mais que tenha que deixar família, namorada e amigos aqui, tenho que arriscar. Não posso ficar me esquivando das coisas e procurando o mais fácil sempre. Quanto maior o risco, maior o retorno (algo que aprendi em Contábeis, mas que serve não só para a Contabilidade, mas para a vida toda). Se nesse tempo, essa área de estudos fincar aqui no RN, melhor; o que não posso é me escorar no modo que vida que tenho, tenho sempre que buscar mais e mais.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Desvios

Na vida, acho que a gente tem que estabelecer metas. Metas curtas, para aos poucos, chegarmos numa meta maior, que pra mim, é ter uma vida tranquila e estabilizada. Entretanto, nem tudo na vida - pelo menos na maioria dos casos, eu acho - sai da forma como planejamos. Daí, temos que criar rotas alternativas para não empacarmos num ponto. 

Nunca escondi de ninguém que desde que entrei no curso de Matemática, em 2009, queria ser professor. Acho uma carreira linda, apaixonante pra quem gosta, e por mais que falem que professor no Brasil "morre de fome", há quem ganhe bem - e muito bem - com isso. Basta saber fazer o seu trabalho muito bem, ter um pouco de Q.I. e de sorte também, tipo estar no lugar certo e na hora certa. Vontade essa que só aumentou em 2010 e 2011, os dois anos os quais fui monitor de Cálculo Diferencial e Integral, uma das principais disciplinas dos cursos de exatas, base para várias outras; e também cursada em alguns cursos de humanas e de biociências/biomédicas. Gostava de ir pra monitoria, me sentia bem explicando limites, derivadas, integrais; e saia com o ego inflado e um sorriso no rosto quando ouvia coisas do tipo "Caramba... agora sim eu entendi..." ou "Você quem deveria dar aula no lugar do professor, pois você explica melhor do que ele", as quais já ouvi.
Tinha planos ousados. Não queria me estagnar dando aula para ensino fundamental e/ou médio. Não sou contra quem dá aula nesses níveis, muito pelo contrário: agradeço muito aos meus professores do colégio que me fizeram gostar de Matemática. Mas eu queria voos maiores, acho que temos que crescer até onde não der mais, e não apenas nos acomodarmos com o que temos. Daí, a vontade de lecionar no ensino superior. Mas para isso, a graduação só não contava, teria que ir além, teria que partir para um mestrado, coisa que consegui entrar.

Pois bem. Achei que conseguiria levar, mas não consegui. Além do fato das matérias serem pesadas demais, fazer um mestrado e trabalhar ao mesmo tempo, por mais que os dois sejam no mesmo local, é algo difícil. Haters virão falar "mimimi tu não faz nada cacacá emprego público". Não é porque meu emprego é público que não trabalho, brasileiro tem que tirar isso da cabeça. Coisa pra fazer aparece todo dia, uns dias mais, outros dias menos; mas até nos menos, é difícil estudar por eu trabalhar num local que não estou sozinho: entra e sai gente a toda hora, o telefone toca, gente daqui vê TV... enfim, tudo conspira para não estudar aqui. Quando chego em casa, bate um cansaço, fome, sono... ainda consigo estudar um pouco, mas não tanto o quanto queria. 
Aliado a isso, ainda tem um fato que nunca deixei de levar em consideração: o de que esse mestrado não é minha área preferida e que acho que estou nele por "falta de opção". Nunca escondi que prefiro a área de Análise, a qual o local mais perto daqui que tem um mestrado nessa área é João Pessoa. Mas, novamente, o trabalho aparece como um entrave: nos dias de hoje, não é fácil largar um emprego... ainda mais público... e federal! É algo que muitos batalham pra isso, passam até anos estudando para, quem sabe, alcançar o lugar que alcancei. Uma opção seria a transferência, mas não é algo assim tão fácil.

Por isso, resolvi deixá-lo um pouco de lado pra me dedicar ao meu trabalho. Tenho uma chance real de, quem sabe, virar chefe do meu setor, coisa pra daqui a uns 3 anos, talvez. Vou aproveitar esse tempo para me capacitar aqui dentro, fazer cursos que deixei de fazer por conta do mestrado. Talvez até, quem sabe, sair desse mestrado e procurar fazer um mestrado profissional. Acho que PRO MOMENTO, é o melhor que eu faço. Duro ter que assumir isso, mas é verdade. Não quer dizer que eu abandone de vez a ideia de seguir a carreira acadêmica, mas analisando friamente a situação e pensando racionalmente, acho que é uma boa deixar essa vontade meio que em stand by, pelo menos por enquanto, e partir pra algo mais real, algo mais próximo da minha realidade. Gosto de trabalhar aqui no almoxarifado, me sinto a vontade, integrado com o pessoal, com competência pra resolver determinadas coisas e com uma certa autonomia em determinadas ações. Já meio que me culpo as vezes por ter, digamos, "jogado fora" 5 anos meus fazendo Ciências Contábeis, por isso não quero dar uma outra empacada na minha vida com outra coisa que não é muito do meu agrado.

Sei que o texto tá grande, vai ser chato de ler, cansativo, e por isso pouca ou talvez nenhuma pessoa leia. Mas é bom ter esse blog pra fazer esses desabafos. É como se eu estivesse escrevendo algo para, no futuro, ler e usar de exemplo comigo mesmo. É bom saber que, além de algumas pessoas com quem posso contar - pelo menos uma eu sei que tem -, tenho esse espaço meu, que posso dividir com outros, e principalmente, comigo mesmo.

"Found my hope and pride again... Rebirth of a man..."
(Rebirth, do Angra)



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Teoria do Caos

Aí você tá de boa, no trabalho... quando vê isso:

"O que isso quer dizer?", você me pergunta... eu respondo:

Num passado meio longínquo, coloquei aqui que tinha sido aprovado no concurso do IFRN. Pois bem, pelo que soube, em poucos dias devo estar recebendo um telegrama de convocação para assumir o cargo. Pena que veio relativamente "tarde", pois já tou trabalhando na UFRN. Se bem que pras minhas pretensões, o melhor seria ficar na UFRN mesmo.

Mas, hipoteticamente, imagina se eu fosse pro IFRN? Talvez, nem ficar em Natal... ir pra algum interior, ficar acordando bem mais cedo do que acordo normalmente pra ir trabalhar, pegar estrada pra ir e voltar todo dia... cansativo. Ou então, eu alugando um cafofozinho e indo morar por lá: longe de família, namorada, amigos, quem sabe num lugar o qual eu não me adapte bem por causa do clima - tipo Caicó -, ou algum outro motivo.
Mas se eu ficasse por aqui, em Natal? Talvez ficasse no Campus central, relativamente perto da minha casa. mas seria complicado ir para o mestrado. Talvez eu nem fizesse o mestrado, pela disponibilidade de tempo.
É... mas não vou assumir. Vou continuar aqui na UFRN, e abrir minha vaga para um suplente, que agora, assim como eu, será funcionário público federal. Melhorará financeiramente, poderá criar mais planos pro futuro...

É a velha Teoria do Caos: "O bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque." É uma das coisas mais verdadeiras que existe. Reação em cadeia. Uma coisa que acarreta outra, e mais outra, e mais outra... sempre é assim. Só espero nessa história, estar em Tóquio, e não em Nova Iorque. É mais fácil causar mudanças do que sofrê-las. Mudar traz incertezas; faz você sair da sua "zona de conforto" para enfrentar algo até agora não confrontado. Pode te trazer problemas no início, causar insegurança. Mas nem todas mudanças são ruins. Tudo depende do ponto de vista que você olha, do lado que você se adequa mais. Sempre digo que tudo na vida tem dois lados, basta apenas você avaliar que o copo está meio cheio ao invés de meio vazio, tudo depende da sua sede.

Enfim... espero que minha batida de asas aqui leve um furacão de coisas boas para alguém! (isso ficou meio gay, mas foi uma frase bonita).

Abraço pros manos, beijo pras minas! Fuui!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

93 Milions Miles

Bem, faz tempo que não posto algo novo aqui. Sei que tinha prometido ser mais assíduo quanto a atualização do blog, mas não estou sendo. Mas enfim... Boa parte da percentagem de "culpa" por eu não ter aparecido muito aqui é a minha vida pacata e rotineira, na qual isso acontece praticamente todos dias da semana. :

Casa => Trabalho => Aula => Trabalho => Aula (dependendo do dia) => Trabalho => Casa => Academia => Casa.

O trabalho não é das coisas mais ativas do mundo. É um bom lugar pra trabalhar, bem calmo - calmo até demais, às vezes. Não que eu esteja reclamando disso, mas é que as vezes a monotonia é demais, hehehe. O mestrado é aquela coisa: tem hora que entendo tudo, tem hora que entendo nada. Em uma disciplina tou bem, entendo bem as aulas - apesar de dar um sono da porra durante ela -, em outra eu não entendo muita coisa na maioria das vezes, e na terceira tem hora que eu entendo, tem hora que não entendo, tá meio confusa as coisas nela; espero que com os exercícios as coisas clareiem mais.Mas ainda tenho uma pulga atrás da orelha sobre esse mestrado, se é o certo pra mim ou não. São muitos prós e contras a se pesar, sem contar que ainda tenho o pensamento que me acho um tanto "velho" pro momento atual que vivo. Mesmo assim, vou tentar "empurrar com a barriga" por enquanto.

Mas o real motivo que vim aqui foi a nostalgia. Sábado passado, no curso de inglês, tive aula com outra professora - que, coincidentemente, me deu aula nos dois níveis anteriores. Sempre gostei da didática dela, principalmente pelo fato de levar músicas para suas aulas, pois é uma forma mais animada e interessante de treinar seu listening, na minha opinião. Na de sábado, ela apresentou-nos essa música, que por eu não acompanhar Salve Jorge, não sabia que era tão conhecida:

Jason Mraz - 93 Milions Miles

Bem, não curto muito Jason Mraz. Sempre confundo ele com Bruno Mars, o do clip dos macacos. Na verdade, não lembro de nenhuma outra música deles. Mas não vem ao caso. O que vem ao caso é a letra dessa música.

"Oh, minha nossa, que linda
Oh minha bela mãe
Ela me disse, filho, você irá longe na vida
Se você fizer tudo direito, amará onde estiver
Apenas saiba, onde quer que você vá
Você sempre poderá voltar para casa

[...]

Oh minha nossa, que lindo, oh meu pai irrefutável
Ele me disse, filho, às vezes, pode parecer escuro
Mas a ausência da luz é uma parte necessária
Apenas saiba, que você nunca está sozinho
Você sempre poderá voltar pra casa"

Acho que faz tempo que não ficava tão tocado com uma música. Além de uma bela melodia, a letra não é sobre amor entre um casal, e sim sobre o amor familiar. Ao ouví-la pela segunda vez - confesso que na primeira, tava tentando ouvir as palavras que completariam as lacunas do exercício -, fui acompanhando a letra e me lembrando dos meus pais, que sempre me deram conselhos na vida. Bateu uma saudade repentina dele (não que não tenha saudades dele, mas nesse momento ela aumentou um pouco), lembrando dos tempos que saíamos todas as sextas a noite para comer um sebosão de R$ 1,00 ou R$ 1,50 - sim, na época era esse preço - na rua ou simplesmente para passear de carro, dar uma volta na cidade; de ir pro Machadão com ele; de ir na feira com ele domingo de manhã, para comer cuscus com carne moída de café da manhã... enfim, de várias outras coisas.

Muitas vezes me pego pensando em como seriam as coisas se ele estivesse aqui comigo hoje em dia. Mas creio que se ele se foi, é porque era o que tinha que ser. Mas acho que se sou o que sou hoje, agradeço boa parte a ele - outra a minha mãe - e creio que ele está orgulhoso de mim hoje.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Formatura!

E aí, pessoal! Duas postagens em uma semana? Acho um record! ehauheuaheauheauehaueha

Mas essa é pra avisar das minhas solenidades de formatura. Vamos lá:


Culto
Igreja Adventista do 7º Dia.
Rua Padre Raimundo Brasil, 1004, Nova Descoberta
Vindo pela Norton Chaves, pega a Rua Djalma Maranhão para a esquerda. Após isso, entra na terceira rua à direita, Rua Padre Raimundo Brasil (A rua da escola Ulisses Góis)
Data: 22/02 (sexta-feira) 
Horário: 19h



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Missa
Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Rua Luiz Fernandes, 120, Quintas
Vindo pela Bernardo Vieira (sentido Zona Sul - Zona Norte), entra à direita na rua Sen. Roberto Kennedy (a rua da passarela das Quintas). Após isso, entra na terceira rua à esquerda, Rua Luiz Fernandes
Data: 25/02 (segunda-feira)
Horário: 20h



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Colação de grau
Auditório da Reitoria da UFRN
Prédio da Reitoria da UFRN
Data: 05/03 (terça-feira)
Horário: 19h

Quem puder comparecer, agradeço!! Valeeu, pessoal!

Foto do making of... depois, coloco as oficiais!


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mestrado e suas consequências

Antes de mais nada:


PASSEEEEEEEEEEEEI, PORRA!! Depois de um mês de agonia, aula todo dia, aperreio, estudo... consegui passar no bendito desse mestrado. E olhe que era 15 vagas, mas só 11 passaram. Fiquei feliz demais quando passei! =)

Mas, por outro lado, isso me fez pensar em duas coisas. Para a primeira, eu faço uso do Dicionário Informal:

Epifania: Trazer para o consciente o que ainda não estava nele. Revelar que antes estava escondido.

Não sei o porquê, mas eu gosto dessa palavra. A sonoridade dela é boa. O problema (ou solução, depende do ponto de vista) é que ela me faz ver coisas que eu não queria, que estavam escondidas, ou simplesmente, coisas que eram fato, mas eu queria - por algum motivo obscuro - não acreditar e/ou tentar ajeitar as coisas. 
Mas em alguma hora, a gente cansa. É triste quando essa hora chega, mas é necessário. Uma hora ou outra, você tem que parar de ser bobo, parar de viver correndo atrás e não receber resposta ou não ligarem pra você. Pode parecer paranóia, mas não é. Um simples "ok", um "sim" ou um "não" ajudam. Até um "vou ver", que não quer dizer nada, serve. Mas dar valor a algo ou não é questão de prioridade. Cada um tem a sua, e eu vou ter a minha. É a velha máxima de "não trate como krokitos quem te trata como gulosos de morango" (eca).

O melhor biscoito do mundo...
... e o pior! Eca!!

A segunda coisa é algo mais pessoal. Sabe quando você vai começar algo novo, e torce pra que dê tudo certo? Pois é... essa semana, digamos que estou num "místico" (quem viu o último vídeo de Marcelinho entendeu a piada) de ansiedade e apreensão. Ansiedade pro começar algo novo, e apreensão por entrar em algo novo, ter medo de não me adaptar e/ou não ir bem. Tudo que é novo nos dá um friozinho na barriga. Mas saber se me darei bem, apenas enfrentando o novo. E é isso que vou fazer.

Be, agora vou nessa... essa semana, começa o fim de uma era:

Aguardem mais informações sobre a formatura!

Por enquanto, é só! Abraço pros manos, beijo pras minas!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

We are Carnaval...

Foi-se o tempo que eu ia atrás de diversão no Carnaval. Na verdade, acho que nunca houve... Mas enfim, esse ano, parece que o Carnaval veio no momento certo: logo após quatro longas e cansativas semanas de curso de verão. Aqueeeeele curso que já falei algumas vezes aqui. Pois é, a última prova foi sexta-feira, e acho que nessa me dei mais bem do que mal. Na verdade, acho que não foi o Carnaval que veio em hora certa, e sim o curso de verão que foi bolado pra acabar na sexta-feira de Carnaval. Tava precisando mesmo dar uma booooa relaxada...

Pois bem... programação de Carnaval:

Day 1: Camurupim

Camurupim para alguns, "Chrispim" para outros - piada de conversas via Whats App -, aquela praia já conheço como a palma da minha mão. Mas nunca tinha ido com tantos amigos assim, eu acho:
Alba, eu, Linda, Aline, Dennis, Pedro, Helô e Bigode - só gente do meu agrado.

Muito sol, praia, desaparecimento, piadas, "memes criados"... Resultado: costas queimadas, mas tudo valeu a pena. No fim, ainda teve uma batalha de Yu-Gi-Oh - sim, sou nerd - que perdi todas que participei... mas calma, que ainda tou pegando o jeito da coisa.

Day 2: Piscina 

Depois de banho de água salgada, banho de água doce.
Ganhei sem nem precisar sair do lugar! Sou foda! =)

Novamente, gente legal, brincadeiras, criação de outros memes novos - "Jéssica" e "Chi... Chi... CHONG!" -, comida e muitas risadas.

Hoje é o "day 3", que assim como os outros, também promete. Maratona de filmes, e amanhã, no "day 4", pretendo ver dois filmes no cinema:




Apesar de não ouvir falar muitas coisas boas de quem já viu os dois - seja em cinema, seja em casa -, tou curioso para vê-los! Se eu assisti-los, depois posso colocar uma crítica deles aqui.

Abraço pros manos, beijo pras minas!!