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sexta-feira, 28 de março de 2014

O Dia da Saudade

"Hoje é feriado, é o dia da saudade... "
(Raul Seixas)

Mais uma vez, Raul Seixas sempre acertando. Entretanto, Raulzito só errou a data, ao meu ponto de vista: o que originalmente se comemora dia 30 de Janeiro, para mim é comemorado hoje, dia 28 de Março.

Há 15 anos, morria um cara com quem convivi por "apenas" 14 anos. Mas esses 14 anos contaram muito, contam mais que muito gente que conheço a quase 30. Me ensinou muitas coisas, mesmo quando eu ainda era criança, onde não tinha muito discernimento das coisas. Não precisava dizer "meu filho, vou te ensinar uma coisa..." para que eu prestasse atenção nele, gravando mentalmente cada detalhe de alguma cena marcante ou de alguma história que ele contava. Um cara em quem me espelho, tento ao máximo imitar seus gestos, atitudes e até piadas (sim, todos dizem que ele era um cara hilário). Sempre foi um pai presente, amigo e companheiro. 


Já falei várias vezes dele aqui nesse blog, e não me cansarei de falar tantas outras. Não sei se a cada vez, a saudade aumenta ou diminui, mas sei que nunca ela vai deixar de existir. Minha vida seria totalmente outra se ele estivesse aqui; talvez para melhor, pois ele nunca deixou faltar nada em casa, e não seria hoje, caso estivesse vivo e saudável, que deixaria faltar algo.

Ainda hoje me lembro daquele domingo de manhã, por volta de 5h, na casa do meu tio: eu saindo do quarto e encontrando minha mãe na sala, aos prantos. Nenhuma palavra precisou ser trocada naquela hora, só minha visão do momento já tinha me explicado o que havia ocorrido: eu, com 14 anos recém-completados, virava órfão de pai. Não pude me despedir dele em vida com tudo o que realmente queria dizer, pois sempre me despedia com um "tchau" quando eu saía do hospital, com a esperança de que na próxima vez que eu o visitasse, ele estivesse lá. Talvez na inocência da minha infância, talvez pela esperança que ele melhorasse - mesmo já sabendo que ele praticamente tinha os "dias contados". Mas se eu pudesse voltar ao passado, diria pra ele, mesmo se ele não entendesse por estar já vitimado pela doença, tudo o que ele significou para mim no nosso pouco tempo de convivência e o como ele foi, é e sempre será importante pra mim.

Obrigado, pai. Por todos os momentos ao seu lado, seja fisicamente ou espiritualmente. Te amo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

ABC x Palmeiras, de quem viu lá de dentro.

Sábado, dia 05 de outubro. O dia que eu vi um dos melhores jogos de futebol na vida: ABC x Palmeiras. Duas viradas, emoção, pressão do time verde e uma torcida como nunca vi nos meus tempos de Frasqueirão. Gritando a plenos pulmões, empurrando o time mesmo quando perdíamos por 2x1, dando ao time uma garra impressionante. Mesmo se perdesse, o ABC sairia de cabeça erguida do campo. Até hoje estou rouco por causa desse jogo. 




Dá pra me ver ali??
Mas o jogo ficou em segundo plano pra muita gente por causa do que ocorreu antes dele começar. Pois bem, vamos lá. Vou dar minha humildíssima opinião:

1º) O que aconteceu no Frasqueirão pode ter sido erro da diretoria? Sim! Mas vamos aos fatos: A diretoria talvez não tenha calculado bem a quantidade de ingressos a serem vendidos, uma vez que o sócio-torcedor - assim como eu - não compra ingresso na bilheteria; mas acho - novamente, minha humilde opinião - que foi de alguns torcedores. O jogo é às 16h20, e boa parte dos torcedores querem entrar de uma vez, faltando de 10 a 5 minutos pro início do jogo. Se você sabe que o estádio vai lotar, vai dar um público muito alto... custa chegar um pouco antes? Custa deixar pra tomar sua "cachacinha" no fim do jogo, seja pra comemorar a vitória ou afogar as mágoas da derrota? É física, meu caro, princípio da vazão: se uma quantidade "x" de pessoas entra tranquilamente por uma entrada, uma quantidade "2x" já não terá a mesma facilidade, no mesmo período de tempo. O que dirá "3x", "4x"...

2º) Esse jogo me lembrou muito ABC x Águia de Marabá, quartas-de-final da série C de 2010. O jogo às 9h da manhã, o estádio estava lotado e não lembro de tumulto NENHUM, jogo aquele de mesmo ou talvez maior importância do que o de sábado passado. Mas com uma singela diferença: me desculpe se algum torcedor do Águia ler isso, mas tal time não tem torcida aqui, como também não teve torcida no Frasqueirão nesse dia. Todos os torcedores entraram distribuídos pelos 3 portões do estádio. Se você olhar os gols do jogo, todos os gols do ABC foram do lado que teoricamente fica a torcida visitante, e é claramente visível torcedores ABCdistas enchendo aquele módulo. 



Já sábado passado, não ocorreu isso. Palmeiras é um time de expressão nacional, tem torcida em qualquer cidade do país. Claro que os torcedores alviverdes de Natal iriam querer ver o seu time jogar aqui. E muitos foram - inclusive, fui com dois deles para o jogo. A torcida palmeirense lotou o módulo 3, e a entrada deles ficou restrita ao portão A. Durante o tumulto na entrada do portão C, dava-se para notar CLARAMENTE um espaço vazio ao lado do portão A, no módulo 1. Ou seja, capacidade TINHA SIM! O que houve foi falta de organização para acomodar tais pessoas ali. Boa parte da demora do jogo também foi culpa de alguns torcedores que pularam a grade. Não pelo fato de pularem a grade em si, mas vi uns 3 ou 4 andando por dentro do gramado, fazendo pose pra torcida e tirando foto de dentro do campo ao invés de sair logo para poder dar início a partida. Aí é foda também, né?

3º) O que mais vejo desde sábado é americano se aproveitando do ocorrido pra falar do ABC. O ABC vai ser punido sim, não tenho dúvida disso. Mas vamos aos fatos. 

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE B DE 2013:

CAPÍTULO VI
Das Disposições Finais

Art. 17 - As partidas do Campeonato somente poderão ser jogadas em estádios cuja 
capacidade mínima de público seja de 10 mil espectadores sentados.

Parágrafo único - No caso do estádio normalmente utilizado por um dos 
clubes não atender ao previsto neste artigo, este clube deverá indicar outro estádio que 
atenda ao estabelecido para a realização de suas partidas.

Quem quiser ver na íntegra, é só clicar aqui

Ou seja: Como a capacidade do Nazarenão é de apenas 7 mil pagantes, o América deveria ser punido ou então procurar um outro estádio para mandar seus jogos. Quando o ABC foi punido no fim da série B do ano passado, teve que jogar em João Pessoa a primeira partida da Segundona desse ano, pois nenhum estádio daqui tem essa capacidade, fora o Frasqueirão. 
Ninguém também lembra que quando o ABC foi jogar lá pelo estadual, colocaram a torcida alvinegra numas arquibancadas móveis mequetrefes, que cederam, ferindo parte do público que tava ali. Alguém colocou fotos do tipo "E se fosse seu filho? E se fosse sua esposa?" com as fotos da torcida machucada? Que eu lembre, não...
E, pra finalizar, ninguém fala também de outros acontecimentos. Ninguém cita que o Atletiba desse fim de semana teve confusão generalizada na torcida. Alguém tá falando disso? Não, pois é entre dois times do Paraná, onde tem-se alguma visibilidade . Mas como o que ocorreu aqui tinha um time de São Paulo na história - mesmo sem ele ter sofrido com o ocorrido, sendo apenas mero "espectador" -, a mídia cai de pau em cima. É fato, gente.

Não sou o dono da verdade. Como eu disse, isso foi minha humilde opinião. Houveram problemas, mas o que importa é que todos estão sãos e salvos, ninguém ficou ferido. 

domingo, 11 de agosto de 2013

Sobre o dia dos pais...

Enfim, dia dos pais. Mas pra mim, novamente, um dia comum. 

Esse é o 15º dia dos pais que passo sem ele. Todo ano, acho que vai ser diferente, mas sempre é a mesma coisa: bate um aperto, uma saudade e uma "inveja" boa de boa parte das pessoas que conheço: almoço com os pais, reunião em família, risadas, presentes, beijos, abraços...

Era assim comigo. Assim como o dia das mães, dia dos pais era bem legal, acordar meu pai cedo com um abraço, um beijo e um presente, ir para a casa da minha avó, reunião de família, risos, brincadeiras etc. Hoje, a família, por causa dessa e de outras perdas que tivemos, já não é tão mais junta como era antes, isso é fato. Infelizmente, mas é fato. Em relação a mim, só restam as saudades, lembranças dos bons momentos e pensamentos sobre como seria a minha vida com ele do meu lado, e acho que seria um período mais fácil. Não que eu esteja reclamando da minha vida atual, acho que me sinto mais "leve" depois do lance do mestrado; mas com certeza, teríamos melhores condições financeiras, mais bens materiais, os quais poderia estar usufruindo a mais tempo e que seriam importantes hoje em dia - o melhor exemplo que penso pra isso seria um carro, facilitaria muito a minha vida e a de pessoas que gosto ao meu redor.

Aprendi muito com meu pai. Apesar de viver apenas 14 anos do seu lado, aprendi a me tornar um homem responsável, correto, digno e honesto. Ele me ensinou a ser engraçado, a ser brincalhão, a ser simpático e a ser amigável. Muitos que o conheceram dizem que sou uma cópia do seu jeito, até de falar e andar, como agir etc. Me orgulho quando dizem isso de mim, pois tenho orgulho do pai que tive, e daria o que fosse possível se eu soubesse de algum meio de trazê-lo de volta.

Semana passada, sonhei com meu pai. Sonhei com ele passeando comigo e me avisando que estava doente. Possivelmente, me avisando da doença que o levou desse plano. Não sei o real motivo do sonho (dizem que sonhar com alguém doente é indício que você está ou passará por um problema de saúde, e que sonhar com parentes indicam cautela em transações financeiras etc.), mas não acredito muito nessas coisas de "significado dos sonhos". Apesar disso, gostei de vê-lo mais uma vez, de poder conversar com ele, mesmo por pouco tempo, talvez uns 2 ou 3 minutos, não me importo. Como ainda não inventaram uma máquina do tempo ou descobriram alguma forma de viajarmos no tempo, são em sonhos que podemos ter um contato real com ele.

Então, se você pode contar com a presença REAL do seu pai, não apenas em sonho ou em memória, enjoy it. Aproveite. Faça valer o dia dele, os ensinamentos dele para você. Pense que uma parcela boa sua, por menor que seja, foi moldada por ele. Não celebre o cara que te fez, e sim o cara que te criou, cuidou de você e/ou cria. Esse sim é o papel de um pai. 

Enfim... feliz dia dos pais a todos.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Voltando pra 2008.

Agosto é um mês que, geralmente, me dá umas tristezas. Mas esse, já tá se tornando um bem memorável...

Vamos lá: no meu último post, falei que deixaria um pouco o mestrado de lado esse semestre pra me dedicar ao meu trabalho... Enfim, nem precisou eu ter que trancá-lo, a própria coordenação cancelou meu vínculo por eu ter reprovado em 2 das 3 disciplinas dele. Não sabia dessa regra, e muito menos fui avisado dela no início da pós e nem quando ocorreu o cancelamento de fato; apenas fiquei sabendo quando liguei pra coordenação para perguntar o porquê do vínculo estar cancelado. 

Bem, acho que a ficha está caindo aos poucos. Confesso estar meio desanimado e triste com a notícia. Mas é engraçado como as coisas acontecem de um modo meio mágico. Essa semana, voltando de ônibus pra casa depois de mais um dia no trabalho, me deparo com um garoto com uma camisa do Colégio Overdose, onde estava escrito a seguinte frase:

"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes."
(Albert Einstein)

Não fiquei surpreso por ser uma camisa relativamente "normal", sem ser uma daquelas que Carlos André faz uma propaganda bizonha com o que está na moda (UFC, X-Men, Tropa de Elite etc). Apenas fiquei olhando a frase nas costas do garoto e trazendo-a para mim, pensando nela e em como ela se aplica pro meu caso. É fato que nunca morri de amores pelo meu mestrado, e acho que isso era algo que não mudaria. Insanidade seria continuar nele, o qual eu não ia passar a gostar como que num passe de mágica. Nunca fui fã de probabilidade na época de escola, e não seria agora que isso mudaria. 

Enfim, aqui estou eu, de volta a 2008. Justamente o ano entre o fim do meu curso de Contábeis e o início do de Matemática, o ano que ingressei na carreira de servidor público. O ano que apenas trabalhei, que não estava estudando nada. Lembro que esse ano foi meio difícil, sei lá. É como dizem, "cabeça vazia, casa do diabo", foi algo que se aplicou bem pra mim. Não quero repetir meu erro de cinco anos atrás, de ter me acomodado com a situação, de não procurar me especializar em algo, de ir levando apenas o trabalho achando que tava com a vida boa. Apesar de estar ganhando mais e ter subido da categoria de funcionário público municipal pra federal, não posso cair no mesmo erro. É como falei antes, vou procurar cursos internos para fazer dentro da UFRN, oferecidos para servidores. 

Agora não tenho dúvidas sobre deixar a ideia do mestrado de lado por um momento. Vou tentar conseguir transferência para João Pessoa quando acabar meu estágio probatório da UFRN, dentro de um pouco mais de 2 anos. Lá tem o que quero, a área de estudo que quero. Não quero ficar com a mente parada de novo. Por mais que tenha que deixar família, namorada e amigos aqui, tenho que arriscar. Não posso ficar me esquivando das coisas e procurando o mais fácil sempre. Quanto maior o risco, maior o retorno (algo que aprendi em Contábeis, mas que serve não só para a Contabilidade, mas para a vida toda). Se nesse tempo, essa área de estudos fincar aqui no RN, melhor; o que não posso é me escorar no modo que vida que tenho, tenho sempre que buscar mais e mais.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Desvios

Na vida, acho que a gente tem que estabelecer metas. Metas curtas, para aos poucos, chegarmos numa meta maior, que pra mim, é ter uma vida tranquila e estabilizada. Entretanto, nem tudo na vida - pelo menos na maioria dos casos, eu acho - sai da forma como planejamos. Daí, temos que criar rotas alternativas para não empacarmos num ponto. 

Nunca escondi de ninguém que desde que entrei no curso de Matemática, em 2009, queria ser professor. Acho uma carreira linda, apaixonante pra quem gosta, e por mais que falem que professor no Brasil "morre de fome", há quem ganhe bem - e muito bem - com isso. Basta saber fazer o seu trabalho muito bem, ter um pouco de Q.I. e de sorte também, tipo estar no lugar certo e na hora certa. Vontade essa que só aumentou em 2010 e 2011, os dois anos os quais fui monitor de Cálculo Diferencial e Integral, uma das principais disciplinas dos cursos de exatas, base para várias outras; e também cursada em alguns cursos de humanas e de biociências/biomédicas. Gostava de ir pra monitoria, me sentia bem explicando limites, derivadas, integrais; e saia com o ego inflado e um sorriso no rosto quando ouvia coisas do tipo "Caramba... agora sim eu entendi..." ou "Você quem deveria dar aula no lugar do professor, pois você explica melhor do que ele", as quais já ouvi.
Tinha planos ousados. Não queria me estagnar dando aula para ensino fundamental e/ou médio. Não sou contra quem dá aula nesses níveis, muito pelo contrário: agradeço muito aos meus professores do colégio que me fizeram gostar de Matemática. Mas eu queria voos maiores, acho que temos que crescer até onde não der mais, e não apenas nos acomodarmos com o que temos. Daí, a vontade de lecionar no ensino superior. Mas para isso, a graduação só não contava, teria que ir além, teria que partir para um mestrado, coisa que consegui entrar.

Pois bem. Achei que conseguiria levar, mas não consegui. Além do fato das matérias serem pesadas demais, fazer um mestrado e trabalhar ao mesmo tempo, por mais que os dois sejam no mesmo local, é algo difícil. Haters virão falar "mimimi tu não faz nada cacacá emprego público". Não é porque meu emprego é público que não trabalho, brasileiro tem que tirar isso da cabeça. Coisa pra fazer aparece todo dia, uns dias mais, outros dias menos; mas até nos menos, é difícil estudar por eu trabalhar num local que não estou sozinho: entra e sai gente a toda hora, o telefone toca, gente daqui vê TV... enfim, tudo conspira para não estudar aqui. Quando chego em casa, bate um cansaço, fome, sono... ainda consigo estudar um pouco, mas não tanto o quanto queria. 
Aliado a isso, ainda tem um fato que nunca deixei de levar em consideração: o de que esse mestrado não é minha área preferida e que acho que estou nele por "falta de opção". Nunca escondi que prefiro a área de Análise, a qual o local mais perto daqui que tem um mestrado nessa área é João Pessoa. Mas, novamente, o trabalho aparece como um entrave: nos dias de hoje, não é fácil largar um emprego... ainda mais público... e federal! É algo que muitos batalham pra isso, passam até anos estudando para, quem sabe, alcançar o lugar que alcancei. Uma opção seria a transferência, mas não é algo assim tão fácil.

Por isso, resolvi deixá-lo um pouco de lado pra me dedicar ao meu trabalho. Tenho uma chance real de, quem sabe, virar chefe do meu setor, coisa pra daqui a uns 3 anos, talvez. Vou aproveitar esse tempo para me capacitar aqui dentro, fazer cursos que deixei de fazer por conta do mestrado. Talvez até, quem sabe, sair desse mestrado e procurar fazer um mestrado profissional. Acho que PRO MOMENTO, é o melhor que eu faço. Duro ter que assumir isso, mas é verdade. Não quer dizer que eu abandone de vez a ideia de seguir a carreira acadêmica, mas analisando friamente a situação e pensando racionalmente, acho que é uma boa deixar essa vontade meio que em stand by, pelo menos por enquanto, e partir pra algo mais real, algo mais próximo da minha realidade. Gosto de trabalhar aqui no almoxarifado, me sinto a vontade, integrado com o pessoal, com competência pra resolver determinadas coisas e com uma certa autonomia em determinadas ações. Já meio que me culpo as vezes por ter, digamos, "jogado fora" 5 anos meus fazendo Ciências Contábeis, por isso não quero dar uma outra empacada na minha vida com outra coisa que não é muito do meu agrado.

Sei que o texto tá grande, vai ser chato de ler, cansativo, e por isso pouca ou talvez nenhuma pessoa leia. Mas é bom ter esse blog pra fazer esses desabafos. É como se eu estivesse escrevendo algo para, no futuro, ler e usar de exemplo comigo mesmo. É bom saber que, além de algumas pessoas com quem posso contar - pelo menos uma eu sei que tem -, tenho esse espaço meu, que posso dividir com outros, e principalmente, comigo mesmo.

"Found my hope and pride again... Rebirth of a man..."
(Rebirth, do Angra)



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Teoria do Caos

Aí você tá de boa, no trabalho... quando vê isso:

"O que isso quer dizer?", você me pergunta... eu respondo:

Num passado meio longínquo, coloquei aqui que tinha sido aprovado no concurso do IFRN. Pois bem, pelo que soube, em poucos dias devo estar recebendo um telegrama de convocação para assumir o cargo. Pena que veio relativamente "tarde", pois já tou trabalhando na UFRN. Se bem que pras minhas pretensões, o melhor seria ficar na UFRN mesmo.

Mas, hipoteticamente, imagina se eu fosse pro IFRN? Talvez, nem ficar em Natal... ir pra algum interior, ficar acordando bem mais cedo do que acordo normalmente pra ir trabalhar, pegar estrada pra ir e voltar todo dia... cansativo. Ou então, eu alugando um cafofozinho e indo morar por lá: longe de família, namorada, amigos, quem sabe num lugar o qual eu não me adapte bem por causa do clima - tipo Caicó -, ou algum outro motivo.
Mas se eu ficasse por aqui, em Natal? Talvez ficasse no Campus central, relativamente perto da minha casa. mas seria complicado ir para o mestrado. Talvez eu nem fizesse o mestrado, pela disponibilidade de tempo.
É... mas não vou assumir. Vou continuar aqui na UFRN, e abrir minha vaga para um suplente, que agora, assim como eu, será funcionário público federal. Melhorará financeiramente, poderá criar mais planos pro futuro...

É a velha Teoria do Caos: "O bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque." É uma das coisas mais verdadeiras que existe. Reação em cadeia. Uma coisa que acarreta outra, e mais outra, e mais outra... sempre é assim. Só espero nessa história, estar em Tóquio, e não em Nova Iorque. É mais fácil causar mudanças do que sofrê-las. Mudar traz incertezas; faz você sair da sua "zona de conforto" para enfrentar algo até agora não confrontado. Pode te trazer problemas no início, causar insegurança. Mas nem todas mudanças são ruins. Tudo depende do ponto de vista que você olha, do lado que você se adequa mais. Sempre digo que tudo na vida tem dois lados, basta apenas você avaliar que o copo está meio cheio ao invés de meio vazio, tudo depende da sua sede.

Enfim... espero que minha batida de asas aqui leve um furacão de coisas boas para alguém! (isso ficou meio gay, mas foi uma frase bonita).

Abraço pros manos, beijo pras minas! Fuui!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

93 Milions Miles

Bem, faz tempo que não posto algo novo aqui. Sei que tinha prometido ser mais assíduo quanto a atualização do blog, mas não estou sendo. Mas enfim... Boa parte da percentagem de "culpa" por eu não ter aparecido muito aqui é a minha vida pacata e rotineira, na qual isso acontece praticamente todos dias da semana. :

Casa => Trabalho => Aula => Trabalho => Aula (dependendo do dia) => Trabalho => Casa => Academia => Casa.

O trabalho não é das coisas mais ativas do mundo. É um bom lugar pra trabalhar, bem calmo - calmo até demais, às vezes. Não que eu esteja reclamando disso, mas é que as vezes a monotonia é demais, hehehe. O mestrado é aquela coisa: tem hora que entendo tudo, tem hora que entendo nada. Em uma disciplina tou bem, entendo bem as aulas - apesar de dar um sono da porra durante ela -, em outra eu não entendo muita coisa na maioria das vezes, e na terceira tem hora que eu entendo, tem hora que não entendo, tá meio confusa as coisas nela; espero que com os exercícios as coisas clareiem mais.Mas ainda tenho uma pulga atrás da orelha sobre esse mestrado, se é o certo pra mim ou não. São muitos prós e contras a se pesar, sem contar que ainda tenho o pensamento que me acho um tanto "velho" pro momento atual que vivo. Mesmo assim, vou tentar "empurrar com a barriga" por enquanto.

Mas o real motivo que vim aqui foi a nostalgia. Sábado passado, no curso de inglês, tive aula com outra professora - que, coincidentemente, me deu aula nos dois níveis anteriores. Sempre gostei da didática dela, principalmente pelo fato de levar músicas para suas aulas, pois é uma forma mais animada e interessante de treinar seu listening, na minha opinião. Na de sábado, ela apresentou-nos essa música, que por eu não acompanhar Salve Jorge, não sabia que era tão conhecida:

Jason Mraz - 93 Milions Miles

Bem, não curto muito Jason Mraz. Sempre confundo ele com Bruno Mars, o do clip dos macacos. Na verdade, não lembro de nenhuma outra música deles. Mas não vem ao caso. O que vem ao caso é a letra dessa música.

"Oh, minha nossa, que linda
Oh minha bela mãe
Ela me disse, filho, você irá longe na vida
Se você fizer tudo direito, amará onde estiver
Apenas saiba, onde quer que você vá
Você sempre poderá voltar para casa

[...]

Oh minha nossa, que lindo, oh meu pai irrefutável
Ele me disse, filho, às vezes, pode parecer escuro
Mas a ausência da luz é uma parte necessária
Apenas saiba, que você nunca está sozinho
Você sempre poderá voltar pra casa"

Acho que faz tempo que não ficava tão tocado com uma música. Além de uma bela melodia, a letra não é sobre amor entre um casal, e sim sobre o amor familiar. Ao ouví-la pela segunda vez - confesso que na primeira, tava tentando ouvir as palavras que completariam as lacunas do exercício -, fui acompanhando a letra e me lembrando dos meus pais, que sempre me deram conselhos na vida. Bateu uma saudade repentina dele (não que não tenha saudades dele, mas nesse momento ela aumentou um pouco), lembrando dos tempos que saíamos todas as sextas a noite para comer um sebosão de R$ 1,00 ou R$ 1,50 - sim, na época era esse preço - na rua ou simplesmente para passear de carro, dar uma volta na cidade; de ir pro Machadão com ele; de ir na feira com ele domingo de manhã, para comer cuscus com carne moída de café da manhã... enfim, de várias outras coisas.

Muitas vezes me pego pensando em como seriam as coisas se ele estivesse aqui comigo hoje em dia. Mas creio que se ele se foi, é porque era o que tinha que ser. Mas acho que se sou o que sou hoje, agradeço boa parte a ele - outra a minha mãe - e creio que ele está orgulhoso de mim hoje.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Formatura!

E aí, pessoal! Duas postagens em uma semana? Acho um record! ehauheuaheauheauehaueha

Mas essa é pra avisar das minhas solenidades de formatura. Vamos lá:


Culto
Igreja Adventista do 7º Dia.
Rua Padre Raimundo Brasil, 1004, Nova Descoberta
Vindo pela Norton Chaves, pega a Rua Djalma Maranhão para a esquerda. Após isso, entra na terceira rua à direita, Rua Padre Raimundo Brasil (A rua da escola Ulisses Góis)
Data: 22/02 (sexta-feira) 
Horário: 19h



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Missa
Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Rua Luiz Fernandes, 120, Quintas
Vindo pela Bernardo Vieira (sentido Zona Sul - Zona Norte), entra à direita na rua Sen. Roberto Kennedy (a rua da passarela das Quintas). Após isso, entra na terceira rua à esquerda, Rua Luiz Fernandes
Data: 25/02 (segunda-feira)
Horário: 20h



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Colação de grau
Auditório da Reitoria da UFRN
Prédio da Reitoria da UFRN
Data: 05/03 (terça-feira)
Horário: 19h

Quem puder comparecer, agradeço!! Valeeu, pessoal!

Foto do making of... depois, coloco as oficiais!


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mestrado e suas consequências

Antes de mais nada:


PASSEEEEEEEEEEEEI, PORRA!! Depois de um mês de agonia, aula todo dia, aperreio, estudo... consegui passar no bendito desse mestrado. E olhe que era 15 vagas, mas só 11 passaram. Fiquei feliz demais quando passei! =)

Mas, por outro lado, isso me fez pensar em duas coisas. Para a primeira, eu faço uso do Dicionário Informal:

Epifania: Trazer para o consciente o que ainda não estava nele. Revelar que antes estava escondido.

Não sei o porquê, mas eu gosto dessa palavra. A sonoridade dela é boa. O problema (ou solução, depende do ponto de vista) é que ela me faz ver coisas que eu não queria, que estavam escondidas, ou simplesmente, coisas que eram fato, mas eu queria - por algum motivo obscuro - não acreditar e/ou tentar ajeitar as coisas. 
Mas em alguma hora, a gente cansa. É triste quando essa hora chega, mas é necessário. Uma hora ou outra, você tem que parar de ser bobo, parar de viver correndo atrás e não receber resposta ou não ligarem pra você. Pode parecer paranóia, mas não é. Um simples "ok", um "sim" ou um "não" ajudam. Até um "vou ver", que não quer dizer nada, serve. Mas dar valor a algo ou não é questão de prioridade. Cada um tem a sua, e eu vou ter a minha. É a velha máxima de "não trate como krokitos quem te trata como gulosos de morango" (eca).

O melhor biscoito do mundo...
... e o pior! Eca!!

A segunda coisa é algo mais pessoal. Sabe quando você vai começar algo novo, e torce pra que dê tudo certo? Pois é... essa semana, digamos que estou num "místico" (quem viu o último vídeo de Marcelinho entendeu a piada) de ansiedade e apreensão. Ansiedade pro começar algo novo, e apreensão por entrar em algo novo, ter medo de não me adaptar e/ou não ir bem. Tudo que é novo nos dá um friozinho na barriga. Mas saber se me darei bem, apenas enfrentando o novo. E é isso que vou fazer.

Be, agora vou nessa... essa semana, começa o fim de uma era:

Aguardem mais informações sobre a formatura!

Por enquanto, é só! Abraço pros manos, beijo pras minas!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

We are Carnaval...

Foi-se o tempo que eu ia atrás de diversão no Carnaval. Na verdade, acho que nunca houve... Mas enfim, esse ano, parece que o Carnaval veio no momento certo: logo após quatro longas e cansativas semanas de curso de verão. Aqueeeeele curso que já falei algumas vezes aqui. Pois é, a última prova foi sexta-feira, e acho que nessa me dei mais bem do que mal. Na verdade, acho que não foi o Carnaval que veio em hora certa, e sim o curso de verão que foi bolado pra acabar na sexta-feira de Carnaval. Tava precisando mesmo dar uma booooa relaxada...

Pois bem... programação de Carnaval:

Day 1: Camurupim

Camurupim para alguns, "Chrispim" para outros - piada de conversas via Whats App -, aquela praia já conheço como a palma da minha mão. Mas nunca tinha ido com tantos amigos assim, eu acho:
Alba, eu, Linda, Aline, Dennis, Pedro, Helô e Bigode - só gente do meu agrado.

Muito sol, praia, desaparecimento, piadas, "memes criados"... Resultado: costas queimadas, mas tudo valeu a pena. No fim, ainda teve uma batalha de Yu-Gi-Oh - sim, sou nerd - que perdi todas que participei... mas calma, que ainda tou pegando o jeito da coisa.

Day 2: Piscina 

Depois de banho de água salgada, banho de água doce.
Ganhei sem nem precisar sair do lugar! Sou foda! =)

Novamente, gente legal, brincadeiras, criação de outros memes novos - "Jéssica" e "Chi... Chi... CHONG!" -, comida e muitas risadas.

Hoje é o "day 3", que assim como os outros, também promete. Maratona de filmes, e amanhã, no "day 4", pretendo ver dois filmes no cinema:




Apesar de não ouvir falar muitas coisas boas de quem já viu os dois - seja em cinema, seja em casa -, tou curioso para vê-los! Se eu assisti-los, depois posso colocar uma crítica deles aqui.

Abraço pros manos, beijo pras minas!!

sábado, 26 de janeiro de 2013

Duas semanas...

Faz tempo que não venho aqui, mas tem um motivo: mestrado. Ou melhor, nem Mestrado ainda é.

Tou fazendo um curso de verão na UFRN, de 4 semanas. As primeiras duas semanas foram Estatística e Probabilidade, as duas próximas serão de Análise. Nunca penei tanto pra aprender algo... O pior foi que nem aprendi. =/
A primeira semana foi tranquila, coisa que você vê em ensino médio. A segunda é que foi tensa. Matéria específica de um curso de Estatística, coisa que acho que é vista em um semestre, mas foi dada em uma semana. Vinte folhas - isso mesmo, frente e verso - de caderno copiadas. Horrível pra quem tá vendo aquilo pela primeira vez, pior ainda pra quem trabalha, e não tem como ir a tarde para tirar dúvidas com os monitores, assim como eu.
Sei que levei essas duas semanas a duras penas, desanimei em alguns momentos. Principalmente depois da prova ontem. "Ah, mas é só uma prova...", podem dizer; mas é uma prova que seleciona para o mestrado, tenho que ir muito bem na outra para recuperar. Já estou um tanto velho para entrar em um mestrado. Querendo ou não, a velha história de "perdi cinco anos fazendo um curso que não gosto" volta à tona. Vejo alguns amigos e amigas da minha idade já no doutorado ou terminando-o, e penso que eu podia estar na mesma situação já. Foda isso... 

Mas enfim... deixemos pra lá. Não dá pra chorar pelo leite derramado, nem pelo tempo perdido. O importante é pensar pra frente, e pensar nas coisas que ganhei e que tenho hoje, por ter "errado". Namorada linda e amável, amigos queridos, oportunidades de emprego que surgiram... enfim. Há males que vem para o bem.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

De mestrado a Yu-Gi Oh...

Hoje começou uma nova fase da minha vida. Comecei o curso de verão para seleção do Mestrado em Matemática e Estatística. Durante 4 semanas, aulas das 8h às 11h, com grupos de estudo durante as tardes. Depois de duas graduações, tá na hora de dar um passo maior na minha vida. Apesar de não ser beeeeeeeeeeem a área que eu quero - afinal, fui monitor de Cálculo I por dois anos -, é uma área em contínuo crescimento, e que todo mundo vai precisar um dia. 

Hoje, o professor que está lecionando a parte de Probabilidade, disse que falta candidatos a professor no curso de Estatística de lá. Daí eu fico pensando na educação brasileira, que faltam professores não só no ensino superior, mas principalmente no ensino básico. Quando digo "faltam professores", não falo só da ausência física. E sim, de professores que não tão nem aí pro aprendizado dos alunos. Na boa, se uma turma tem mais da metade dos alunos reprovados, o problema pode até ser da disciplina, mas no meu ver, o professor colabora com tal fracasso. 

Graças a Deus, nunca fui reprovado em nenhuma disciplina dos meus dois cursos de graduação, Ciências Contábeis e Matemática (por sinal, nunca fiquei em quarta prova em Matemática e, de acordo com fontes, tenho 90% de chances de ser laureado - lembrando do cagaço da postagem passada??). Fiz meu papel pra, futuramente, ser um bom professor para meus alunos. Por isso, decidi dar esse passo para o mestrado, o qual me inscrevi para esse curso de verão através da entrega de alguns documentos e de duas cartas de apresentação.

FALAAAAAAAAAANDO EM CARTAS, ontem, pela primeira vez, joguei o Yu-Gi-Oh Trading Card Game. Você pode até não ter conhecer o jogo, mas deve ter visto ou ouvido falar do anime:


Consiste em vencer o seu oponente combinando cartas de monstros, magia e armadilhas. É bem nerd, eu sei! Mas como eu disse antes, eu sou nerd! Fazer o que?? O segredo não é fazer um deck no bambo, e sim um deck onde a cada carta, já a imagine-a sendo combinada com outra, aumentando assim seu poder de ataque e/ou defesa ou alguma habilidade do seu monstro. Acho que foi isso que me fez ganhar meu primeiro jogo, na minha primeira partida! Tudo bem que perdi a segunda... mas quem liga pra segunda? \o/

Mago Negro... Rei Caveira... *.*

Enfim, é isso!! Dormir que amanhã tem aula (é o jeito...)
Abraço pros manos, beijo pras minas! Valeeu

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Sobre formatura, livros e anime...

Sabe quando você tá tranquilo pra algo, e de repente, te dá um CAGAÇO DA PORRA? Não, não é aqueeele cagaço, e sim "cagaço" de nervoso mesmo, de ficar meio numa mistura de tenso com ansioso pra algo. Pois bem, fiquei assim ontem, ao saber de algumas coisas que foram ditas na reunião dos formandos ontem, a qual não fui por mero relaxamento. Primeiro é algo que eu até imaginava ser, mas não pensei que seria de fato: orador da turma. Disse que poderia ser o orador, na condição de um amigo meu - já formado em letras - escrevesse o discurso. 
A outra é ser laureado, coisa que no curso de Matemática, nunca imaginei ser. Tem muita gente ali muito inteligente, que foi pra Portugal e tudo por ter o maior IRA do centro o qual estudo, já eu sou um mero estudante da Licenciatura. Não tou me pondo pra baixo, sei que tenho minhas qualidades e amo o meu curso, me esforçando um bocado em algumas matérias. Hoje eu lembro meus amigos, na época que eu fazia o pré, me chamando de "teimoso" por fazer Contábeis ao invés de Matemática, hehehe. Mas foi uma época boa, que me abriu boas oportunidades e me fez conhecer muita gente legal - apesar de achar que hoje já poderia estar numa condição financeira e de trabalho melhor se eu tivesse os ouvido.

Se eu tivesse feito direto Matemática logo, talvez estaria sendo professor daqui da UFRN hoje, e não trabalhando aqui no CB. Não que eu ache ruim, é bom o trabalho aqui. Mas tem dias - principalmente nesse início de ano - que é bem monótono aqui, pois os departamentos tão fechados. Mesmo assim, cumpro minhas 8h diárias. O jeito é vadiar no facebook, escrever neste humilde blog que vos leem e ler O Pistoleiro, emprestado por um amigo. Por sinal, ler mais é uma das minhas metas para 2013. Tenho ENORME preguiça de ler as coisas, até coisas nerds, que eu acho legal, como O Senhor dos Anéis e O Guia do Mochileiro das Galáxias, que comprei os cinco faz um bom tempo, mas não passei do terceiro ainda. Pode ser preguiça? Até pode... mas nunca gostei de ler. Vivo falando que prefiro números a palavras, e é verdade! Vai ver, até por isso que eu sempre esquecia de atualizar esse blog. Mas como em 2013 prometi mudar isso, vamos ver no que vai dar. Até agora, tou cumprindo a meta...

Falando nesse meu amigo, ele fez uma crítica a Saint Seiya Ômega, o único anime que tou acompanhando até o momento (vale lembrar que tenho mais 3 no notebook que nem comecei a ver). Alguns pontos que ele colocou eu até concordo: aquela história dos elementos ficou muito tosca, tanto que acho que foi por isso que praticamente esqueceram dela nessa "segunda fase" da saga. Mas falar das gemas que guardam as armaduras eu achei demais. Tudo tá diminuindo hoje: celulares, computadores, pen drives... por que não uma caixa de armadura? Sem contar que ele disse que:

"[...] no CDZ original os cavaleiros só conseguiam carregar
a armadura se liberassem o cosmo, poderia ser a pessoa mais
forte do mundo que não conseguia levantar a caixa da
armadura se não liberasse o cosmo, o que leva a mensagem do
treinamento contínuo dos cavaleiros, sem contar que é
um elemento limitador bem interessante para se jogar RPG."
 (GIL, Pedro, 2013)

Na verdade, no primeiro episódio, a armadura de Pégaso ESCOLHEU Kouga. O escolheu pelo seu treinamento e pela liberação do seu cosmo. Ninguém ganhou a armadura a toa ali.
Em relação ao cavaleiro-ninja Haruto, eu acho irrelevante. Se a primeira saga teve cavaleiros de aço, que as armaduras foram construídas e eles não tinham cosmo nenhum, o que um cavaleiro ninja pode influenciar??
Eu continuarei vendo SSO até o final, principalmente agora que melhorou - as batalhas tão se tornando mais fodas, como a de Ryuho contra Paradox na casa de Gêmeos e a de Genbu contra Tokisada na casa de Libra (os dois são cavaleiros de ouro). Claro que nunca será melhor que a saga clássica, mas é uma boa diversão.

Enfim... é isso!! Desligando o modo nerd!! Hahaha!
Abraço pros manos, beijo pras minas!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cinestéricos

Bem, a novidade que eu disse que vinha por aí finalmente "nasceu": Cinestéricos! Um blog sobre um grupo de cinema, o qual comecei a participar ano passado, juntamente com Izonack, Brunno, Pedro e, mais tarde, Heloísa

Funciona da seguinte forma: escolhemos um tema e três filmes relacionados a esse tema. Daí assistimos os filmes - o grupo junto ou não, depende da disponibilidade de cada um durante o mês -, e sempre a cada último domingo do mês, nos reunimos e debatemos sobre o que achamos dos filmes: enredo, atores, direção, fotografia, trilha sonora e outras curiosidades da produção. Além disso, damos notas a cada um e escolhemos o tema e os filmes do mês seguinte.

A ideia do blog é postarmos mensalmente um podcast das nossas reuniões - sim, todas as reuniões são gravadas e tem ata, a coisa é séria -, além de postarmos notícias sobre filmes, curiosidades e até alguns mini-jogos. Ele tá meio "cru" ainda, sem uma arte legal e tudo mais. Mas prometo que eu e meus colegas de clube iremos disponibilizar algum tempo para darmos uma melhorada no visual dele.

Tá... é algo nerd - na verdade, BEM NERD -, eu sei... mas eu sou nerd, fazer o que? 
Tá aqui uma foto do grupo, da reunião feita extraordinariamente ontem (já que em dezembro, é meio difícil reunir a galera):




























Abraço pros manos, beijo pras minas! Valeeu!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Voltei! (será??)

Bem, resolvi postar algo aqui rapidinho, pois tou com um projeto com uns amigos aí, o que vai me levar a fazer bem mais postagens futuramente. Não aqui, mas em outro blog que criaremos!

Mas enfim, as novidades são que agora SOU UM SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL! Rééééééé!


Lembram que no último post, eu tinha comentado que tinha sido aprovado no concurso da UFRN? Pois bem, fui nomeado em outubro e tomei posse dia 5 de novembro, no almoxarifado do centro de biociências da UFRN!! Trabalho supertranquilo, tou bem adaptado lá, e pelo que as coisas indicam, posso me tornar chefe do setor daqui a uns 3 anos, talvez. 

Outra mudança de lá pra cá: TOU FORMADO!! 


Tudo bem que a colação só é dia 05/03 desse ano. Mas é lindo demais ver meu SIGAA com 100% integralizado!!

Olha só que coisa MARLINDA!!

Enfim, é isso! Espero que o projeto vá pra frente. Se realmente for, vai ser muito da hora!!

Abraço pros manos, beijo pras minas! Fuui!!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Isso ainda existe? o.O

1ª coisa: Não me façam prometer coisas que não vou cumprir. 
Se alguém ler isso pensando: "que massa, vou visitar sempre, ele sempre vai atualizar isso *.*", esqueça! Como o título mesmo diz, nem eu lembro que tenho esse blog.

2ª coisa: 1 ano, 4 meses e 14 dias. 
Exatamente o tempo entre a última postagem e essa. De lá pra cá, algumas mudanças boas, outras nem tanto: dois falecimentos - minha avó e meu tio -, duas aprovações em concursos federais - IFRN e UFRN e o início de um curso de inglês no IFRN. Mas ainda à espera da convocação em pelo menos um dos dois. O que importa são que as coisas realmente boas continuam: família linda, amigos fuderosos e uma namorada que me ama tanto quanto eu a amo!

3ª coisa: Férias são um saco.
Me batam, me xinguem, mas eu acho. Com uma semana sem aula, já tava achando meus dias tediosos. Não parece, mas eu acho que gosto de ter com o que me preocupar. Passei o semestre mais TENSO da faculdade, mas gostei dele. Tirei a nota mais baixa que já tirei em uma prova de toda minha vida acadêmica - um 2,5 -, discussão com professor... mas sinto falta do aperreio. Como diz o ditado, "cabeça vazia, casa do Diabo"!

4ª coisa: Saudade é um negócio foda, visse? =/
Mas isso, deixo pra próxima...







Ou não... =P

Abraço pros manos, beijo pras minas!
Fernando Montanaro

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sobre velhos amigos...

Hoje bateu a morga. Por mim, o dia 26/02/2011 podia ser esquecido quase que por completo.
Por três oportunidades, me senti excluído. De três grupos diferentes. O primeiro, nem me importei muito. Mas o segundo e o terceiro me deixaram tristes. 


É meio que depressivo você estar sentado de frente pra seu computador, num sábado a noite com o msn ligado, ver que não tem ninguém ali e achar que você foi esquecido. Ou então ver no facebook as fotos da filha do seu amigo de escola, com quem você estudou há quase 10 anos, e lembrar que você prometeu visitá-lo faz é tempo. Posso até estar viajando demais, mas bateu essa idéia hoje a noite.

Garanta seus amigos. Amigos são coisas que nunca devem ser esquecidas. Espero que isso seja só um "momento de viadagem" meu, mas de qualquer forma fica aqui um conselho meu. E espero que tudo volte a ser como antes, principalmente as noites bombantes de sábado.

Lembrei de uma música de Raul Seixas, talvez seja apropriada:


Dia da Saudade


Hoje é o dia da saudade, é!
Hoje é feriado é o dia da saudade (3x) 
Hoje eu vou beber para celebrar 
O aniversário de seu Gaspar 
Deve ter festa em algum lugar...
Hoje é feriado é o dia da saudade (2x)


Hoje não tem aula pra garotada 
Velhas de varizes na calçada, 
Só na saudade 
Para o campeão do melhor glutão
Um pé de macarrão 
O palhaço que come lixo
Limpa a avenida para o bloco 
Do chorão passar


Hoje é feriado é o dia da saudade (2x)
Para o campeão do melhor glutão
Um pé de macarrão pra ele 
O palhaço que come lixo, 
Limpa a avenida para o bloco do chorão passar 
Hoje é feriado é o dia da saudade (6x)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tirando a poeira!

É... eu praticamente só posto nesse blog quando passa o cometa Cometa Halley.
Pra se ter noção, minha última postagem faz 7 meses e 10 dias! Durante esse tempo:

  • Parentes se foram - que Deus a tenha, vó - e parentes "chegaram" - parabéns Márcio por entrar na Família Almeida;
  • Ganhei uns amigos, perdi outros - quem sabe, talvez;
  • Depois de muitas promessas, entrei pra uma academia. Tou vendo os resultados aparecerem, e tou bem satisfeito com eles;
  • Tirei minha carteira nacional de habilitação - FINALMENTE, mas ainda falta o carro, né?
  • Fiquei viciado no Café Mania do orkut por causa da minha digníssima, linda e fofa namorada Francis Lindayane
  • Me crismei e me tornei padrinho de crisma! Foi meio que por "livre e espontânea pressão", mas tinha que me crismar uma hora ou outra! Agora já posso casar, né? #fikdik
Enfim... basicamente foi isso! No mais, continuo apaixonado pela vida - comentário gay detected - e pela minha namorada fofa!!

Tá vendo por que ela é fofa? (Detalhe da mãozinha! =D)
Prometo ser mais "fiel", tanto ao blog quanto ao fotolog.

Até a próxima!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Certezas


Segunda-feira fria de junho. Frio, só o tempo. Meu coração está quente. Quente por causa de amor que recebo. Algo puro, verdadeiro, doce e que só me faz bem. A cada dia, me sinto amando e amado mais, feliz e felicitando mais. xD
Com toda certeza, posso dizer que ela é EXATAMENTE como eu sempre sonhei em ter alguém. Exatamente MESMO! Em outros relacionamentos, sempre achava que faltava alguma coisa. Nesse não, esse é diferente. É completo. REALMENTE COMPLETO!

Linda, obrigado por me proporcionar isso tudo! Te amo muito! Muito MESMO!

Abraço pros manos, beijo pras minas...

E meu coração pra Linda! =D

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Love, love, love...


Bem que a dupla Lennon/McCartney dizia: "All you need is love, love is all you need".

Teve gente que disse que não tinha como, que dois meses depois de sair de um relacionamento longo, não podia estar assim... mas como explicar tamanha felicidade, senão com amor? Como explicar o fato de querer ver alguêm todo dia, de sentir saudades dessa pessoa, de ficar com cara de bobo ao ler uma simples mensagem ou ao ver um sorriso lindo assim mirando você?
Como explicar todo carinho recebido, toda a meiguice demonstrada, toda atenção dispendiada, todo gesto "fofo" feito... enfim... todo esse sentimento que sinto?

Resposta: não há. Não há um meio ideal pra demonstrar toda a felicidade e todo o amor sentido. Algo difícil de ser mensurado. Qualquer demonstração, por música, vídeo, carta ou palavras, não será suficiente para demonstrar e agradecer por tudo que sinto e que ela me faz sentir. Afinal, como não sentir algo por alguém com um jeito doce e meigo, que demonstra um carinho enorme por mim, sente saudades dos momentos comigo, diz que tenho um beijo viciante, me olha e sorri pra mim como se eu fosse a única pessoa que importasse dentre tantas que estão naquele local, e realmente me ama, sem medo de admitir isso?

É... realmente, eu sei bem o que tou sentindo. Com toda certeza, sei o que é. Isso se chama amor. O melhor de tudo é saber que esse amor não é unilateral. É recíproco, puro, forte e verdadeiro. Isso é o que dá dois piscianos apaixonados um pelo outro!

Comecei com Beatles, e termino com Marisa Monte. Até a próxima!

E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida